Vitor Hugo Souza estava em um carro de aplicativo compartilhado e não ofereceu resistência; ele confessou crime
Responsável por pilotar a moto usada no assassinato da personal trainer Rozeli da Costa Sousa Nunes, Vitor Hugo Lima de Souza, de 21 anos, foi localizado quando tentava fugir para Cáceres (a 218 km de Cuiabá), onde tem familiares. A prisão ocorreu nesta terça-feira (30), semanas após o crime cometido pelo policial militar Raylton Mourão, em Várzea Grande. Vitor confessou envolvimento e vai responder por homicídio e organização criminosa.
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Segundo informações do GAP do 4º Batalhão da Polícia Militar, Vitor foi localizado após a corporação receber a informação de que ele planejava deixar a cidade. A operação foi montada rapidamente, com apoio da Polícia Rodoviária Federal (PRF), para interceptá-lo ainda na estrada.
“Obtivemos a informação de que ele estava tentando fugir para Cáceres. De imediato, foi feito deslocamento no encalço desse suspeito e informamos a PRF, que montou um bloqueio para impedir que ele passasse do posto 120 em direção à cidade. Nesse momento, conseguimos fazer a abordagem e agora ele está sendo conduzido à DHPP, que vai encaminhá-lo para a audiência de custódia e demais providências que o caso requer”, relatou o 1º tenente do GAP de Várzea Grande, Vinícius Goes.
Vitor viajava em um carro de aplicativo, em uma corrida compartilhada, e o motorista era um conhecido da PRF por fazer frequentemente o trajeto entre Várzea Grande e Cáceres, que não sabia que transportava um foragido. O veículo utilizado era um Space Fox branco.
De acordo com o tenente, Vitor não ofereceu resistência durante a abordagem, mas a equipe decidiu pelo uso das algemas para evitar eventual tentativa de fuga pela zona de mata.
“Ele sabia que perdeu. A gente só fez o algemamento por ter sido na estrada e com o receio de fuga, caso ele entrasse na zona de mata”, explicou Goes.
Confissão
Questionado, Vitor confessou à polícia que pilotou a motocicleta usada no homicídio e disse que, após a execução, foi deixado a pé por Raylton, não sabendo informar o paradeiro do veículo. Segundo ele, recebeu R$ 500 pelo serviço. Em sua versão, entretanto, nega que teve conhecimento da tarefa que desempenharia até o dia em que participou do homicídio qualificado de Rozeli.
O suspeito afirmou ainda que contou com ajuda da própria família para tentar se manter em liberdade até conseguir justificar a sua participação. Ele negou, porém, ter recebido qualquer auxílio externo para a fuga.
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Fonte: MidiaJur
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