Esquema foi descoberto na última semana, durante operação das polícias civil e penal.
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Acostumados com a engenhosidade das detentas, os policiais penais da Penitenciária Feminina Ana Maria do Couto May (localizada na Capital) se surpreenderam com uma nova tática usada para introduzir celulares na unidade. Trata-se de uma garrafa de Coca-Cola de 2 litros modificada e com um fundo falso.
A apreensão aconteceu durante a Operação Tiradentes, realizada na última quinta-feira (30) pela Polícia Civil e a Polícia Penal. Um vídeo mostrou o mecanismo que escondia três aparelhos celulares.
Durante varredura na cela de uma das detentas foi encontrada uma garrafa do refrigerante aparentemente cheia e lacrada. “Aparentemente uma garrafa normal”, diz a pessoa que narra as imagens.
No entanto, ao tirar o rótulo há uma emenda que divide a garrafa em duas partes. Ao girar a parte superior da garrafa, se encontra o fundo falso.
“Uma engenharia para ocultar celulares e demais ilícitos dentro do cubículo”, afirma a policial.
A operação
A operação contou com o apoio da Delegacia Especializada de Repressão a Entorpecentes.
O objetivo era investigar ações criminosas como arremessos de drogas e celulares na Penitenciária Central do Estado (PCE) e na Penitenciária Feminina Ana Maria do Couto.
Ao todo foram cumpridos 23 mandados de busca e apreensão, 13 delas dentro das unidades prisionais.
Matéria retirada do portal de notícias Midia News. Para acessar a matéria clique aqui.
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