Cáceres, 23 de abril de 2026 - 10:37

Mulher arranca cabeça de namorado após flagrar abuso do filho

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 Segundo a versão apresentada, os dois estavam juntos havia cerca de dois meses e passaram a noite consumindo bebida alcoólica e drogas, na companhia de um amigo, que deixou o local pouco antes do crime

 Uma mulher de 24 anos foi presa após matar e decapitar o companheiro, de 32 anos, dentro do apartamento onde morava com os dois filhos, de 3 e 6 anos, em Itaquaquecetuba, na Grande São Paulo. Após o crime, ela avisou os familiares e enviou mensagens com fotos e vídeos.

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 Identificada como Paula Ellen Neves da Silva, a mulher afirmou em depoimento às polícias Civil e Militar que cometeu o assassinato após flagrar o companheiro, Daniel dos Santos, supostamente assediando um dos filhos.

 Segundo a versão apresentada, os dois estavam juntos havia cerca de dois meses e passaram a noite consumindo bebida alcoólica e drogas, na companhia de um amigo, que deixou o local pouco antes do crime.

 

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Após matar Daniel, a mulher afirmou que decapitou o corpo e o arrastou até o banheiro

 Paula relatou que fingia estar dormindo no chão da sala quando percebeu o homem mexendo na fralda da criança. Diante da cena, ela pegou uma faca e atacou o companheiro. Durante a agressão, o homem ainda teria reagido e ferido a mão da suspeita com uma faca de serra.

 Após matar Daniel, a mulher afirmou que decapitou o corpo e o arrastou até o banheiro. Em seguida, comunicou o crime ao ex-marido, pai das crianças, além da mãe e do irmão.

 Quando a Polícia Militar chegou ao imóvel, encontrou o local parcialmente limpo. O chão, o sofá e a faca usada haviam sido lavados. A cabeça da vítima estava dentro de uma mochila.

 O ex-marido contou que só acreditou na confissão após receber imagens do crime. Ele confirmou que os filhos estavam no apartamento, mas não soube dizer se presenciaram a cena.

 Já a mãe da suspeita afirmou que a filha tem histórico de envolvimento com drogas e entregou à polícia conversas mantidas com ela.

 O caso é investigado pela Polícia Civil como homicídio, fraude processual e ocultação de cadáver. O delegado pediu a conversão da prisão em flagrante para preventiva, descartando, por ora, a hipótese de legítima defesa.

 Fonte: ReporterMT

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