Novos detalhes sobre a execução do empresário Anderson Dores Diniz, de 29 anos, revelam um cenário de crime planejado e extrema violência. A esposa da vítima, uma jovem de 27 anos, procurou a polícia na noite de quinta-feira (26) após conseguir escapar de um sequestro que começou em Várzea Grande e terminou com a morte de seu companheiro.
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Segundo o depoimento da sobrevivente, o casal que residia em Cáceres e era proprietário de um lava a jato, viajou até Várzea Grande para adquirir materiais de limpeza para o estabelecimento. Por volta das 15h, enquanto transitavam pela cidade, foram cercados por um grupo de seis a oito motociclistas.
Sob ameaças, o casal foi encapuzado e obrigado a entrar no próprio veículo, um Onix branco. Os criminosos rodaram por diversas regiões com as vítimas sob cárcere. Em determinado momento, os sequestradores abandonaram a mulher em uma região de matagal, mas seguiram com Anderson.
Antes de partirem com o empresário, os criminosos teriam afirmado que ele “tinha algo a acertar com o grupo”. A mulher vagou pela mata até conseguir chegar à rodovia, onde pegou carona com um caminhoneiro e desceu no Posto Platinão para pedir socorro. Ela teve o celular e a carteira roubados pelos bandidos.
Enquanto a mulher prestava depoimento na 1ª Delegacia de Polícia (DPJC), sem saber o paradeiro do marido, o corpo de Anderson já estava sendo localizado na região do Osmar Cabral, em Cuiabá. Ele foi encontrado com as mãos amarradas e marcas de tiros no abdome, dentro do Onix citado pela esposa.
A Polícia Civil agora investiga se o “acerto de contas” mencionado pelos criminosos possui ligação com atividades em Cáceres ou se o empresário estava sendo monitorado desde sua saída da cidade. A frieza da abordagem, com o uso de múltiplas motocicletas, é característica de atuação de facções criminosas (o chamado “tribunal do crime”).
Fonte: CáceresNotícias
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