Uma moradora de 44 anos procurou a Polícia Civil de Cáceres nesta quarta-feira (21) para registrar uma denúncia grave de maus-tratos a animais. Segundo o relato, o crime vem ocorrendo de forma sistemática nas imediações da Escola Dom Máximo e da Creche Madre Maria Estêvão, além das proximidades de um posto de saúde, no bairro Santa Isabel.
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O denunciante explicou que sua mãe cuida de felinos que vivem naquelas áreas, garantindo alimentação, vacinas e castrações. No entanto, nos últimos meses, os animais começaram a desaparecer de forma abrupta.
Conforme o Boletim de Ocorrência, os sumiços ocorrem geralmente durante a noite. O comunicante relatou que, em várias ocasiões, foi possível ouvir barulhos de pessoas correndo dentro do pátio da escola e miados desesperados de animais. O relato sugere que criminosos estão invadindo as imediações das unidades de ensino para capturar gatos, principalmente filhotes, colocando-os em caixas ou sacos.

Recentemente, foram descobertos gatos mortos nas calçadas e arredores das instituições. Os animais foram encontrados com espuma na boca, sintoma clássico de envenenamento por substâncias tóxicas.
A situação gera alerta não apenas pela crueldade contra os animais, mas pelo risco de descarte de veneno em áreas de grande circulação de crianças, como as imediações da creche e do postinho de saúde.
“Decidi procurar a autoridade competente a fim de proteger a integridade física dos animais, pois não suporto mais ver tal situação”, afirmou o denunciante.
O envenenamento de animais é crime previsto na Lei Sansão (Lei 14.064/20). A pena para quem pratica maus-tratos contra gatos e cães é de 2 a 5 anos de reclusão, além de multa. Por ocorrer nas imediações de instituições de ensino, o caso pode ganhar agravantes durante a investigação.
Fonte: Cáceres Notícias
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