Cáceres, 7 de março de 2026 - 02:15

Brasileiros de baixa renda têm direito a benefício de R$ 9 mil no Caixa Tem

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 O Governo Federal inicia, no próximo dia 25 de agosto, mais um ciclo de pagamentos do benefício Pé-de-Meia, programa voltado para estudantes do ensino médio público de famílias de baixa renda. A iniciativa pode garantir até R$ 9,2 mil ao longo dos três anos de estudo, desde que o aluno mantenha frequência escolar mínima e conclua cada etapa do curso.

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 O Pé-de-Meia prevê diferentes incentivos ao longo do ano letivo:

  • Matrícula: R$ 200 no início do ano escolar;
  • Frequência: nove parcelas mensais de R$ 200 para quem tiver pelo menos 80% de presença;
  • Conclusão: R$ 1.000 ao final de cada série, liberado após a formatura;
  • ENEM: R$ 200 para alunos do 3º ano que participarem das duas provas.

 Estudantes da Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem um pagamento único de R$ 200 pela matrícula, mais quatro parcelas de R$ 225 se cumprirem o índice de frequência.

 Os valores são depositados automaticamente na conta Poupança Caixa Tem, aberta pelo próprio banco para cada beneficiário. Menores de idade precisam que o responsável legal autorize o acesso, pelo aplicativo ou presencialmente nas agências.

 

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Calendário de agosto

 O pagamento de agosto é referente ao Incentivo Frequência e será liberado conforme o mês de nascimento:

  • Janeiro e Fevereiro: 25/8
  • Março e Abril: 26/8
  • Maio e Junho: 27/8
  • Julho e Agosto: 28/8
  • Setembro e Outubro: 29/8
  • Novembro e Dezembro: 1º/9

Alcance e futuro do programa

 Criado pela Lei nº 14.818/2024, o Pé-de-Meia atende hoje cerca de 3,2 milhões de estudantes e custa ao Ministério da Educação R$ 12,5 bilhões anuais. O ministro Camilo Santana afirma que negocia a ampliação para alcançar todos os alunos do ensino médio público em 2026, o que demandaria R$ 5 bilhões adicionais.

 Apesar do destaque dado pelo governo, a universalização ainda é incerta. Pressões por cortes orçamentários e o risco de um “apagão” na execução preocupam especialistas.

 Fonte: DiarioDoComercio

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