Manoel Felipe do Prado Silva, de 24 anos, foi atingido por ao menos três golpes de faca e morreu no Hospital Regional; suspeitos chegaram em caminhonete branca e fugiram após o crime.
Um crime de extrema violência assustou moradores do Distrito do Caramujo em Cáceres (a 222 km de Cuiabá) na noite desta terça-feira (3/11). Um grupo composto por cerca de 10 pessoas, entre homens e mulheres, invadiu uma cerâmica localizada no km 12 da rodovia BR-174, se passando por policiais, e executou a facadas Manoel Felipe do Prado Silva, de 24 anos de idade.
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A Polícia Militar foi acionada por volta das 22h50 via 190. Ao chegar ao endereço indicado, os militares constataram que a vítima já havia sido socorrida por populares e transportada às pressas ao Hospital Regional de Cáceres. Manoel, no entanto, não resistiu à gravidade dos ferimentos e teve o óbito confirmado logo após dar entrada na unidade hospitalar.

De acordo com o depoimento prestado pela esposa da vítima e testemunhas presenciais, o grupo criminoso desembarcou no local em uma caminhonete de cor branca. Eles arrombaram a porta da residência gritando que eram policiais.
Assim que adentraram o imóvel, os invasores partiram para cima de Manoel. A vítima ainda tentou reagir e entrou em luta corporal com os agressores para tentar fugir, mas acabou atingida por pelo menos três golpes de faca. Logo em seguida, o grupo fugiu do local no mesmo veículo.
A esposa da vítima revelou aos policiais que, no sábado anterior (30 de outubro), um dos suspeitos esteve rondando a propriedade para observar a movimentação dos moradores da casa. Na cena do crime, onde havia uma grande quantidade de sangue, a PM apreendeu um simulacro de arma de fogo e dois celulares.
Após colherem informações de que os envolvidos no ataque seriam moradores do Distrito do Caramujo, guarnições da Polícia Militar deslocaram-se até a localidade e efetuaram buscas em diversos endereços, porém nenhum suspeito foi encontrado.
Informações preliminares da região apontam que Manoel possuía um extenso histórico criminal, era integrante de facção criminosa e teria tido a morte decretada pela organização — hipótese que não foi confirmada oficialmente pela PM. O homicídio segue sob investigação da Polícia Judiciária Civil de Cáceres.
Fonte: Cáceres Notícias
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