Suspeito usou bicicleta e pediu água para abordar a vítima; mulher conseguiu se soltar após ser trancada em cativeiro e acionou a Polícia Militar.
Uma mulher de 66 anos relatou à Polícia Militar ter sido amarrada, assaltada e estuprada dentro da própria residência, na tarde deste domingo (20), na região do bairro Olhos D’Água, em Cáceres, a 220 km de Cuiabá.
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Segundo o boletim de ocorrência, a vítima contou que um homem passou duas vezes em frente à casa dela utilizando uma bicicleta azul e branca. Nas duas ocasiões, ele teria pedido água e, posteriormente, comida.
Na segunda vez, conforme o relato, o suspeito entrou no imóvel enquanto a mulher buscava o alimento. Ele teria segurado a mão dela, a empurrado para dentro da residência e anunciado o assalto.

Ainda segundo a vítima, o homem utilizou um cabo de carregador para amarrar suas mãos e passou a perguntar onde estavam dinheiro, celular, chave de veículo e possíveis armas.
A mulher afirmou que não possuía armas e desconhecia o veículo mencionado pelo suspeito.
Na sequência, o homem teria deixado a residência após trancar a porta com um cadeado, mantendo a vítima amarrada dentro do imóvel. Ele levou a chave do cadeado, um celular Samsung A37 e R$ 140 em dinheiro.
Cerca de 15 minutos depois, a vítima conseguiu se soltar, utilizou uma chave reserva para abrir o cadeado e acionou a Polícia Militar pelo 190. Ela também pediu ajuda a um vizinho.
Durante o atendimento, a mulher relatou aos policiais que teria sido estuprada pelo suspeito enquanto esteve em cárcere privado.
A PM realizou buscas nas proximidades, mas não conseguiu localizar o suspeito.
A vítima também afirmou ter reconhecido, por meio de fotografia, um possível autor. Segundo ela, seria um homem que teria fugido do Hospital Regional de Cáceres em 17 de setembro, quando estava sob custódia da Polícia Penal. Essa possível identificação deverá ser apurada durante a investigação.
A ocorrência foi registrada no CISC. A vítima foi encaminhada para exame de corpo de delito e demais procedimentos previstos para o caso. A Polícia Civil deve investigar as circunstâncias do crime.
Fonte: Cáceres Notícias
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