A conta da Justiça ainda pesa no bolso de Cáceres. Um relatório oficial das finanças do município mostra que os precatórios posteriores a 05 de maio de 2000, vencidos e não pagos, somam R$ 35.544.661,82.
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Para o leitor entender o tamanho do problema sem rodeio, dá para comparar com a receita principal usada como “termômetro” das contas públicas. No mesmo documento, a Receita Corrente Líquida do município aparece em R$ 485.951.837,41. Na conta, os precatórios vencidos representam 7,31% desse total.

Em outras palavras, é como se uma parte considerável do dinheiro que movimenta o município já viesse com um peso amarrado: uma dívida judicial que não desaparece e que pode apertar o orçamento, exigir reservas e aumentar a pressão por pagamento.
O dado chama atenção porque precatório não é conta comum. É obrigação reconhecida pela Justiça. Quando fica vencido e sem pagamento, vira ponto sensível para qualquer gestão, principalmente pelo tamanho do valor e pelo impacto que pode ter no planejamento financeiro da prefeitura.
Fonte: Folha5
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