Cáceres, 7 de março de 2026 - 08:31

Médica nega envolvimento em assassinato de amante e diz ser alvo de calúnias em MT

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 Ela é acusada de fraude processual após ser flagrada pegando o celular da vítima e apagando arquivos que revelavam a relação entre eles

 A ginecologista e obstetra Sabrina Iara de Mello se manifestou por meio de nota e classificou como calúnia as informações que supostamente a ligam ao assassinato de seu amante, Ivan Michel Bonotto, de 35 anos. Ele foi morto a mando do marido dela, após este descobrir a traição, em Sorriso (397 km de Cuiabá) MT.

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 No texto, a médica demonstra grande indignação com os ataques que vem sofrendo e afirma que tem sido mais criticada do que o próprio mandante e o autor do crime.

 

 Ela ainda pede que as pessoas aguardem a conclusão das investigações, pois, segundo ela, isso mostrará que não possui nenhum tipo de envolvimento com o assassinato do amante.

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 Por fim, pede respeito à sua vida privada e às suas decisões.

 A médica foi alvo de busca e apreensão na última terça-feira (15), após ser acusada de fraude processual. Ela foi vista indo ao hospital em que Ivan foi internado, pegando o celular da vítima e apagando todas as fotos, vídeos e mensagens que revelavam a relação entre eles.

 A polícia acredita que ela tenha apagado até um vídeo que mostrava o momento do ataque.

 O marido da médica, Gabriel Tacca, foi preso durante a ação policial, assim como o autor das facadas.

 O caso segue sob investigação.

 

Leia nota na íntegra.

“Eu, Sabrina lara de Mello, ginecologista e obstetra na cidade de Sorriso, manifesto profunda indignação diante das recentes declarações nas mídias sociais de pessoas sem conhecimento do ocorrido, acusando minha pessoa de ter caso extraconjugal, acobertar assassinato de amante e calúnias sobre minha pessoa sem nenhum cunho de verdade, pessoas que ignoram a realidade dos fatos, escolhendo o caminho de misturar minha vida privada com um homicídio ocorrido, não havendo de forma alguma relação entre estes fatos. A maioria das pessoas está escolhendo lados. E escolheram o lado errado. Estas pessoas não condenam o assassino confesso, mas fazem alvoroço em devassar minha vida privada. Falam mais de mim do que condenar o assassino. Sou uma médica. Quando chegou ao hospital, toda a equipe hospitalar deu total apoio à vítima, de forma plural, visando salvar sua vida. Reafirmamos, como mulher e médica, a livre expressão das pessoas, mas com responsabilidade e verdade. Não estou presa. Fui interrogada e posteriormente liberada, sendo investigada por uma suposta fraude processual, investigação esta a qual abrirá espaço para o contraditório e ampla defesa. Antecipar julgamentos acerca das pessoas é uma fala perigosa. Ela denigre a imagem das pessoas, sufoca a liberdade de expressão, através de tortura psicológica. Humildemente, peço a todas as pessoas que aguardem o resultado das investigações, não proferindo juízo de valor, vale dizer negativo, antecipadamente sobre o ocorrido. Não há absoluto nexo entre o homicidio ocorrido e a conduta em relação à minha vida privada. Apontar o dedo para um lado dos fatos não é neutralidade. É cumplicidade”.

 Fonte: MidiaJur

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