Já em seguida, no intuito de produzir uma prova fraudulenta, a mulher foi novamente sequestrada e agredida, forçada a gravar vídeo em que desmentia o sequestro anterior. Segundo delegado, o vídeo não possui qualquer efeito sobre a investigação, já que existem provas contundentes de que a mulher foi ameaçada e violentamente torturada.
“A vítima por mais de uma vez passou perto de ser morta, só não foi morta porque precisavam dela viva para se retratar, foi algo inútil, não teve sentido, agora ela vai estar em segurança e ser ouvida em videoconferência”, disse.






