Cáceres, 13 de março de 2026 - 01:29

Guarda Municipal de MT atira e mata cachorro de vizinho

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 Após o ocorrido, guarda se apresentou à Delegacia de Meio Ambiente e entregou a arma.

 O guarda municipal de Várzea Grande identificado como G.T.R. atirou e matou um dos cachorros do vizinho ao tentar separar uma briga entre os animais. O caso ocorreu nessa terça-feira (02), no Bairro Alvorada, em Cuiabá, enquanto ele visitava a casa da mãe. Após o ocorrido, ele se apresentou à Delegacia de Meio Ambiente e entregou a arma.

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 Segundo o dono do animal, identificado como L.D., os animais estavam presos dentro do seu quintal quando começaram a brigar. Ele conta que recebeu uma ligação do próprio guarda relatando que havia matado o cachorro com um tiro na cabeça.

 “Cachorro é cachorro, é normal eles brigarem. O problema é que começou a aglomerar pessoas e bater no portão e fazer um movimento maior, com gritaria, jogando pedra, essas coisas. E isso aumenta a adrenalina do cachorro. Ao invés de me ligar antes, ele preferiu matar meu cachorro”, relata em entrevista.

 “Eu gostaria de saber, perguntar pra ele: quantos tiros você disparou? Porque ele poderia ter disparado pro alto antes”, acrescenta.

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Outro lado

 À reportagem, o guarda municipal confirma o ocorrido.

 Ele lembra que estava almoçando na casa da mãe quando começou a ouvir uma gritaria na vizinhança e foi ver o que estava acontecendo. “Várias pessoas estavam reunidas em frente casa do rapaz porque um pitbull estava atacando outro cachorro de grande porte”, conta.

 Segundo ele, na casa haviam três cachorros grandes e o espaço seria pequeno para eles conviverem ali.

 O guarda e moradores locais teriam tentado outras medidas para acalmar os animais e separar a briga, como jogar água, mas não conseguiram.

 Em meio à confusão, ele cita que uma mulher, usuária de drogas, queria entrar no local para separar os animais e chegou a colocar as mãos pelo portão. Foi quando G.T.R. decidiu atirar para dar fim à briga e evitar que alguém entrasse na casa.

 Em seguida, ele diz que ligou para o 190, se apresentou na Dema e teve a arma apreendida. Relata, ainda, que o advogado do proprietário do animal entrou em contato na tentativa de formalizar um acordo, dizendo que procuraria uma ONG de proteção animal.

 Fonte: RepórterMT

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