Cáceres, 11 de março de 2026 - 16:28

Servidor é preso por matar rapaz em praça em Cuiabá; dívida motiva crime

Servidor é preso por matar rapaz em praça em Cuiabá; dívida motiva crime
 Conversas de WhatsApp levaram Polícia Civil a chegar ao assassino.

 O agente de saúde da prefeitura de Cuiabá, Carlos Eduardo Silva Bello Ribeiro, 27 anos, foi preso nesta quarta-feira (02) dentro de sua casa, horas depois de matar a facadas Gabriel Carrijo Gonçalves, 20 anos. O crime ocorreu em uma praça do bairro Recanto dos Pássaros, em Cuiabá.

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 As investigações apontaram que a vítima foi atraída para o local para ser morta pelo criminoso, que mandou uma mensagem para o celular de Gabriel marcando o encontro.

 Segundo informações da Polícia Civil, o crime foi flagrado por uma câmera de segurança, instalada nas proximidades da praça. Nas imagens, é possível ver quando Gabriel se aproxima em uma moto e a estaciona na praça.

 Logo depois, Gabriel vai até o suspeito e eles iniciam uma luta corporal. Em seguida, o acusado pega uma faca e desfere vários golpes contra a vítima. Na sequência, o suspeito ainda esconde o corpo de Gabriel no matagal perto da praça.

Servidor é preso por matar rapaz em praça em Cuiabá; dívida motiva crime

 Os policiais civis da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) foram acionados e iniciaram as diligências ao caso. Através do aparelho celular da vítima, os policiais descobriram que Gabriel foi atraído para o local.

 Uma conversa entre a vítima e o acusado aponta que o crime foi motivado por uma dívida. Carlos devia Gabriel e estava sendo cobrado. O suspeito marcou o encontro com o rapaz e disse que pagaria ainda naquela data.

 Em posse das informações, a PJC se deslocou até a residência de Carlos, que foi localizado e preso em flagrante. Ele confessou a autoria do crime, mas disse ter sido vítima de uma tentativa de assalto, por isso reagiu e matou Gabriel. As investigações seguem em andamento.

 Duas facas foram apreendidas no local do crime. Uma delas estava com o cabo quebrado. Segundo a PJC, o inquérito deve ser concluído em até 10 dias.

 Matéria retirada do portal de notícias Folha Max. Para acessar a matéria clique aqui.

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